È bonito o brilho das estrelas
numa noite ao céu aberto às vezes, nunca se sabe ou se nota que sobre o céu algumas estrelas já mortas
ainda brilham por nós

começe
correio
oxigênio
retratos
imprudentes

“Por que somos dominados pelo medo?”

Creed 

“Sou uma pessoa boa, eu sei disso, mas nem sempre me sinto bem nessa roupagem. É como se, na verdade, eu tivesse fracassado como vilão.”

Gabito Nunes.  

“Talvez eu queira morrer, talvez eu esteja morto”

The Pretty Reckless

Só queria poder

entender porquê.
Como restos podres
fazem um banquete
de amores
que resistem
a tudo?

Sartre

A gente morre inteiro ou em pedaços?

Digo, todo dia a gente morre um pouco
Todo dia um pedaço morre
E no fim,
Sobra só o espaço?
A falta?
A ânsia?
Quem dá adeus,
Os olhos
Ou os pulmões?
A morte nos convida
Ou nos impõe?
Me conta como se morre.

dm.

Meus momentos de felicidade são raros e rápidos como uma estrela cadente qualquer que rasga o céu escuro na medida em que se desintegra. A efemeridade dos meus sorrisos verdadeiros me faz querer dormir por mil anos e acordar em uma nova vida, uma que fosse menos doída.

Estou presa entre aquilo que sou e aquilo que poderia ser.

“Pra onde vão os nossos silêncios quando deixamos de dizer o que sentimos?”

Eu me chamo Antônio.

“Nunca estamos prontos o suficiente para saber de algo, podemos até planejar e tentar no mínimo manter a pose, erguer a cabeça, e através de um teatrinho recebemos a bomba, que por fora não me causou estragos, mas de tão traiçoeira me destruiu por dentro, e o pior, ninguém viu.”

Fred Medeiros.

“Então compreendi perfeitamente o que gerava a dor. Não era o corte com a ponta da faca, a topada na quina da cama, o amigo que não liga mais, o café que sujou o fogão, as palavras duras, as notícias na tv, obviamente isso soma-se ao fardo, mas não é ele em si. A dor era gerada pela sede insaciável do nada. Pois quando não se tinha o que queria sofria e quando conseguia almejava outra coisa para sofrer. E é por essa sede que os humanos consomem seus dias, pelos futuros que nunca virão ou que serão fadados quando chegarem. E a maior idiotice era perceber: eu também era um desses tais que nunca estava de barriga cheia.”

Fernando Pessoa.